Sábado, 04 de Julho de 2020

T.R.E. define 26 de abril como data da eleição suplementar ao Senado de Mato Grosso




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A equipe técnica do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso(TRE-MT) definiu o dia 26 de abril como data para a eleição suplementar ao Senado, com vistas a preencher a vaga aberta com a cassação da juíza aposentada Selma Arruda (Podemos). A “sugestão” ainda deverá ser aprovada pelo pleno do TRE-MT, em sessão que deve ocorrer no fim de janeiro.

O presidente da corte eleitoral, desembargador Gilberto Giraldelli já havia sinalizado com a data, considerando como um “prazo razoável” para preparação e realização do pleito. Isso porque, o TSE estipula as datas para eleições suplementares em todo Brasil.

Neste ano, o TSE “reservou” as seguintes datas para eleições suplementares no 1º semestre: 2 de fevereiro, 8 de março, 26 de abril, 10 de maio e 21 junho. Após 21 de junho, os tribunais eleitorais estarão focados nas eleições municipais de outubro. A proposta da equipe técnica do TRE leva em conta ainda as datas que antecedem o pleito. As convenções partidárias para definir candidaturas e apoios deverão ser realizadas até 12 de março. O registro das candidaturas ocorrerão até 17 de março.

As propagandas poderão ser realizadas entre 18 de março até a véspera da eleição. No rádio e TV, elas começam em 21 de março. O pleito é realizado no dia 26, com o resultado sendo divulgado no mesmo dia. As prestações de contas devem ocorrer até 30 de abril e a diplomação dos eleitos em 21 de maio. Selma Arruda foi cassada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) por 7 votos a 0 no dia 10 de abril de 2019, por prática de caixa dois e abuso de poder econômico, além de propaganda extemporânea durante a pré-campanha, ao contratar com uma empresa de publicidade com valores acima de sua capacidade financeira.

Para o Ministério Público Federal, as apurações e a quebra de sigilo bancário da senadora e seus suplentes comprovaram que a ex-juíza contraiu despesas de natureza tipicamente eleitoral de, no mínimo, R$ 1,2 milhão. A cassação foi confirmada em 10 de dezembro pelo Tribunal Superior Eleitoral por 6 votos a 1. A decisão ainda determina realização de novas eleições para o cargo.


Autor:AMZ Noticias com Diario de Cuiab


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