Domingo, 11 de Abril de 2021

Delegado geral do Pará reforça compromisso de combate à criminalidade em todo estado




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O governador Helder Barbalho participou, na manhã desta ultima terça-feira (22), na sede da Delegacia Geral, da cerimônia de posse do novo delegado geral da Polícia Civil do Pará, Alberto Teixeira.

Na ocasião, foram apresentadas as novas diretorias do órgão. O governador destacou a importância da corporação no combate à violência no Pará e admitiu que existem dificuldades neste enfrentamento, mas ressaltou que não medirá esforços para diminuir os índices de criminalidade no Estado. Secretários e autoridades marcaram presença no evento.

“O governante deve sempre agir e ter iniciativas para enfrentar os problemas. Não fomos colocados para fazer mais do mesmo, porque o mesmo representa omissão, ausência, negligência, incompetência e incapacidade de demonstrar para esse Estado e para essa sociedade que não temos vara de condão para transformar da noite para o dia as realidades. Mas, seguramente, a sociedade pode ter certeza que nesses 22 dias estamos agindo com prevenção, presença, investigação, punição. Todo e qualquer ato e desvio de conduta, seja em qualquer esfera, terá a correção necessária, e o papel da Polícia Civil neste sentido é absolutamente determinante”, afirmou o governador.

Para o delegado geral, a nova tarefa é colaborar para um Estado mais seguro. “A honrada missão de conduzir os trabalhos da Polícia Civil do Estado do Pará se traduz no inalienável encargo de, acima de tudo, bem servir ao povo, como ente merecedor e fim último dos esforços de todo aquele que abraça a carreira do serviço público”, disse Alberto.

“Muito mais que orgulho, a indicação para o exercício da titularidade do órgão faz repousar sobre meus ombros a responsabilidade de lutar com denodo, afinco, galhardia, compromisso e responsabilidade todos os dias, estando sempre de prontidão nas 24 horas do dia, no combate diuturno à criminalidade em todas as suas formas”.

Alberto Teixeira disse que o principal desafio é a defasagem do efetivo. Existem hoje exatas 2.276 vagas não preenchidas. Esse número representa 40,65% do contingente mínimo previsto em lei, mas o cenário pode piorar, devido ao natural envelhecimento do efetivo de policiais civis. Segundo o último levantamento da Diretoria de Recursos Humanos da PC, somente em 2019, 903 policiais estarão aptos à aposentadoria, dos quais 474 processos já se encontram em trâmite.


Autor:AMZ Noticias com Edenice Freire


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